Artur Marques classificou "pouco consistentes" as provas apresentadas pela acusação, baseada numa investigação das GNR de Vila Verde.
Para Artur Marques, "ss crimes não só não foram provados, como se provou exatamente o contrário", que a família acolheu e tratou da alegada vítima "o melhor que soube, em função das suas capacidades".
Artur Marques afirmou que Ministério Público fez uma “fantasiosa acusação, à míngua de provas", já que segundo aquele advogado, não havia sequer indícios suficientes para submeter os arguidos a julgamento.
"Qevia estar no banco dos réus era a Segurança Social”, porque, segundo Artur Marques, “nunca foi desencadeado nenhum mecanismo para integrar um jovem que não dispõe de capacidade de se governar”.
Segundo Artur Marques, “é a responsabilidade comunitária pela integração dos deficientes” que está em causa e na sua perspectiva, “toda sestas acusações são descabidas”.
"É uma sociedade esquizofrénica, com relevo para a Segurança Social, que promove a preguiça, o zero absoluto", salientou Artur Marques aquando das alegações finais.
O advogado declarou que o facto dos que hoje acompanham Rui terem declarado em tribunal como profissão serem “família de acolhimento”, é algo que lhe mete “nojo” e, por isso, referiu que o cidadão é “a galinha dos ovos de ouro” desta família.
Artur Marques destacou que os agora arguidos “durante 25 anos, sozinhos, entregues à sua intuição, para tratar do jovem, agora a família de acolhimento recebe 450 euros por mês”.
Artur Marques com dois dos quatro arguidos, pai e filho, no Tribunal de Vila Verde
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